SUICÍDIO

 


 SUICÍDIO

O mundo atual se apresenta cada dia mais desumanizado. Os seres humanos são considerados cada dia menos como seres individualizados. A máquina opressora social (escolas, pequenas ou grandes empresas) exigem resultados. Pouco respeitam a vida privada e pouco se importam com os valores pessoais.

Assim, nos calamos e mostrarmos o melhor de nos mesmos. Encobrirmos nossas dores, banalizamos nossos sofrimentos, escondemos nossos sentimentos e vivemos no silêncio turbulento de nossos afetos. 

Mas quanto tempo podemos driblar com a dor moral, que invade pouco a pouco o nosso sistema psíquico, chegando ao ponto de deteriorar nosso contato com a afetividade interna ao rompimento do Instinto de sobrevivência?

Costumamos pensar que o suicídio só é possível em pessoas com doenças psiquiatras, como por exemplo a esquizofrenia.

SUICÍDIO NÃO É SINÔNIMO DE DEPRESSÃO E NEM DE DOENÇA MENTAL.

De acordo com as estatísticas, apenas de um terço a um quarto dos suicídios correspondem as condições psiquiátricas. Na verdade, a maioria das tentativas de suicídio são provocadas por indivíduos aparentemente ilesos de qualquer problema psicológico ou de uma afecção psiquiátrica caracterizada. Portando, é bem provável que essas pessoas estejam passando por um período depressivo dificilmente identificado, variável de um dia para o outro e voluntariamente ocultado.

A história de cada um é individual porém, as experiências de alegrias, tristezas e frustrações são semelhantes para todos. Situações de ruptura brutal como, a morte de um ente querido, divórcio, fracasso escolar, perda de emprego, assédio, etc., são inerentes à vida humana. Esses fatores são predisponentes ao surgimento de doenças e precipitadores de comportamento auto agressivos. O risco é ainda maior para as pessoas que já cometeram uma tentativa de suicídio anteriormente ou quando existe antecedentes familiares de suicídio.

Embora o ato suicidário seja muitas vezes imprevisível podemos notar pequenos sinais. Tristeza excessiva, agitação, ansiedade, raiva, sentimento de culpa, desânimo, falta de propósito na vida, pensamentos obsessivos de negatividade, sentimento de solidão, isolamento social, desapego e ameaças de suicídio. Infelizmente estes sentimentos não são bem-vistos perante a sociedade e por medo ou preconceito, a pessoa vai tentar dissimulá-los tornando-os assim mais difícil de detectar o perigo.

A tentativa de suicídio não é um ato de coragem nem muito menos de fraqueza ou covardia. É um ato de desespero, de dor moral intensa, de sofrimento profundo, cujo sujeito, muitas vezes não tem consciência da origem. Na maioria dos casos, a morte, propriamente dita, não é o objetivo mas, colocar um fim ao sofrimento que se revelou insuportável.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa comete suicídio a cada 4 segundos no mundo. Esse fenômeno atinge homens, mulheres, jovens de qualquer classe social, idade e orientação sexual. Nos deparamos com um número exorbitante e ainda assim, continuamos a fechar os olhos ao sofrimento alheio. Continuamos a ter preconceito, julgamentos e falsas crenças que pessoas sem depressão não tentam suicídio ou, quem vai cometer não fala sobre o assunto.

As estradas da vida se diferem mas, ela se dividem em um mesmo espaço. Muitas vezes os caminhos da vida se apresentam tortuosos e mesmo assim deveremos enfrentá-los. Ao longo das nossas caminhadas, nossas mentes experimentarão uma grande variabilidade de emoções. Os sinais estarão presentes mas quem estará lá para detectá-los e escutá-los?

Fala, conversa, peça ajuda, se possível para um profissional. Saia do Silêncio ensurdecedor. Escutar a si mesmo e ao outro é uma honra.

Tudo aquilo que não é dito poderá um dia se exteriorizar de maneira imprevisível, inesperada e as vezes de forma Irreversível.


Por Claudia Bossi Bigard – Belo Horizonte, abril de 2021






MITOS SOBRE PERDOAR

 



MITOS SOBRE PERDOAR

O perdão é uma arma poderosa que permite viver em paz com os outros e, acima de tudo, em paz consigo mesmo. No entanto, muitas pessoas não entendem o poder libertador do perdão. Mas, o perdão pode ser uma faca de dois gumes.

Na verdade, é uma forma comum de manipulação usada para fazer com que outras pessoas façam o que queremos. Portanto, é importante compreender bem o perdão e aprender a estabelecer limites para se proteger contra o abuso de outras pessoas.

Além disso, nossa cultura impõe certas formas de comportamento que seguimos mecanicamente, muitas vezes sem perceber o que estamos fazendo ou por que o fazemos. Simplesmente reagimos como devemos, sem pensar em outras opções, alimentando e reforçando aqueles estereótipos de que tanto odiamos.

A seguir, veremos os mitos e equívocos mais difundidos sobre o perdão. Pensar nesses mitos o ajudará a perdoar os outros com mais sinceridade e a ter mais consciência do que faz e por quê.


1. O PERDÃO É DESNECESSÁRIO

Quando abordo o tópico do perdão com as pessoas, geralmente recebo a resposta:

“Por que deveria? Eles é que fizeram algo errado! ”

Parece injusto que a “vítima” seja quem tem que fazer o trabalho de perdoar, certo? No entanto, ainda mais injustos são os custos físicos, emocionais e espirituais de viver sem perdão, além da dor da ofensa inicial.

Há um crescente corpo de pesquisas que descreve os muitos efeitos negativos da raiva e ressentimento crônicos. Por exemplo, um estudo descobriu que as pessoas que perdoam apenas condicionalmente (quando os ofensores lamentam o que fizeram) provavelmente morrerão mais cedo do que as pessoas que praticam o perdão incondicional (Toussaint, Owen e Cheadle, 2011). Outro estudo descobriu que a falta de perdão tende a produzir maior ativação do seu sistema de luta ou fuga, o que afeta negativamente a qualidade do sono (Lawler et al., 2005), a memória (Toussaint et al., 2014) e a resposta imunológica (Harrison, 2011). Na verdade, ficou demonstrado que guardar rancor aumenta o risco de doenças cardíacas, hipertensão e fadiga crônica (Lawler et al., 2003).

Guardar ressentimento e falta de perdão em nossos corações também prejudica nossa vida espiritual. Jesus ensinou aos seus discípulos: “Sempre que estais orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11:25). Você já percebeu que é realmente difícil se sentir conectado e íntimo de Deus quando há raiva em seu coração em relação a outra pessoa? O apóstolo João escreveu que é impossível alguém amar a Deus e odiar outra pessoa porque as pessoas são feitas à imagem e semelhança de Deus (1 Jo 4:20). Portanto, agarrar-se à falta de perdão priva as pessoas de serem capazes de experimentar a plenitude do amor de Deus e a profunda intimidade com ele.


2. PERDÃO É APROVAÇÃO

Enquanto crescia, sempre que alguém fazia algo para ferir meus sentimentos, lembro-me de meu professor / pai nos puxando de lado e nos conduzindo por uma interação forçada em que o agressor é instruído a murmurar um pedido de desculpas, ao qual devo responder: “Tudo bem. ” Realmente não importava se algum de nós quis dizer o que dissemos, desde que fizéssemos parecer genuíno o suficiente para encerrar a conversa e seguir em frente.

O perdão não é tão simples e fácil como meus professores faziam parecer. É comum pensar: mas e se não estiver tudo bem? E se eu não achar que a outra pessoa realmente entende o que fez de errado? E se a outra pessoa não perceber como suas ações me afetaram? Se eu perdoar a pessoa, ela vai pensar que aprovo o que ela fez!

A boa notícia é que perdão não é aprovação . A palavra que o Novo Testamento usa para o perdão é a palavra aphiemi , que significa “libertar” ou “libertar”. Isso significa que, quando você perdoa, na verdade está liberando a outra pessoa do seu direito de julgá-la e machucá-la de volta. Longe de dizer “está tudo bem”, o que você realmente está dizendo é: “O que eles fizeram foi errado e realmente me magoou. No entanto, em vez de me apegar ao meu direito de puni-los, permitirei que Deus os julgue com justiça ”.

Embora seja verdade que, quando você perdoa, está libertando a outra pessoa, é irônico que a pessoa que você realmente está libertando seja você mesmo. A falta de perdão é como uma pedra emocional que você carrega consigo, esperando a oportunidade de jogá-la na pessoa de quem você se ressente. No entanto, enquanto você está arrastando esse peso, ele realmente só está drenando sua própria vitalidade e alegria. Então, quando você “liberta” alguém, você está realmente se libertando do cativeiro da amargura.


3. PERDÃO É ESQUECIMENTO

“Perdoe e esqueça”, as pessoas costumam dizer, como se perdoar significasse que só precisamos “esquecer isso”. No entanto, o perdão não é uma amnésia seletiva. Muitas pessoas tentam “esquecer” ou “superar” minimizando, evitando ou anestesiando sua dor. Essas tentativas podem vir de várias formas, incluindo o uso de substâncias para relaxar, fingir que está tudo bem ou manter-se ocupado com trabalho ou entretenimento. Fingir que o ferimento não aconteceu seria como ter um ferimento físico e apenas tentar seguir em frente sem diminuir o ritmo e tratá-lo - isso só leva a mais danos e dor no longo prazo.

A verdade é que relembrar a dor é um passo essencial para curá-la . Você não pode perdoar alguém por algo que você não está reconhecendo. Portanto, para perdoar, você não deve tentar esquecer. Em vez disso, você deve realmente reservar um tempo para lembrar o que aconteceu e refletir sobre essa experiência para que Deus possa usá-la para transformar seu coração. Faça a si mesmo perguntas como:

O que, especificamente, a pessoa fez que me incomodou / magoou?

O que suas ações ou palavras significaram para mim? Que pensamentos isso despertou para mim? Existem outras maneiras possíveis de pensar sobre o que aconteceu?

Como me senti como resultado? Ao nomear o sentimento, tente identificar as emoções mais suaves (ou seja, mágoa, medo, vergonha, etc.) por trás das emoções mais duras (ou seja, raiva, frustração, etc.).

Então, quando você estiver pronto para dar um passo realmente grande no processo de perdão, peça ao Espírito Santo para ajudá-lo a cultivar compaixão pelo seu ofensor. Um princípio de recuperação que nos ajuda a ver as pessoas com maior compaixão é " ferir pessoas ferir pessoas”. Isso significa que, se alguém agiu de forma magoada com você, provavelmente teve algum déficit ou dor em sua própria vida, porque pessoas saudáveis, inteiras e felizes geralmente não magoam intencionalmente. Por exemplo, uma vez fiquei ressentido com uma pessoa por alguns comentários vergonhosos e críticos que fez a mim. No entanto, quando pensei mais sobre sua história, percebi que ele foi profundamente ferido na infância, o que provavelmente o faz sentir vergonha e autocrítica. Ele estava vivendo com muita dor. Não é de admirar que ele tenha reagido comigo da maneira que fez! Não desculpa o que ele fez, mas me ajuda a vê-lo com mais compaixão e empatia. Foi isso que Jesus nos chamou para fazer quando nos ensinou a “amar os nossos inimigos e orar pelos que vos perseguem” (Mt. 5:44).


4. PERDÃO É RECONCILIAÇÃO

Outro medo que as pessoas muitas vezes experimentam ao considerar o perdão é ter que se relacionar com o ofensor novamente. Eles têm medo de que, se perdoarem alguém, isso signifique que eles tenham que ser amigos novamente e voltar a ser como as coisas eram antes. Este é um mal-entendido comum que confunde perdão com reconciliação.

Às vezes, a pessoa que nos feriu é, na verdade, uma pessoa insegura em quem realmente não se deve confiar. Confiar em alguém que não é confiável apenas o deixaria aberto a mais abusos ou injúrias, o que seria uma tolice para você e permitiria (e não amaria) o ofensor. Perdoar alguém não significa que você precise automaticamente confiar nele novamente. A confiança é algo que deve ser reconquistado.

Lembre-se de que o perdão é uma escolha altruísta para liberar o ofensor de seu direito de buscar vingança e julgá-lo . No entanto, r econciliation , ou restauração de relacionamento, só acontece quando o ofensor verdadeiramente se arrepende para o que eles fizeram e pode ser confiável novamente. De forma mais simples, você poderia dizer que a fórmula para reconciliação se parece com isto:

PERDÃO (DO OFENDIDO) + ARREPENDIMENTO (DO OFENSOR) = RECONCILIAÇÃO

Isso também se aplica à maneira como Deus se relaciona conosco. A partir do momento em que ferimos a Deus ao abandoná-lo pecaminosamente, Deus nos ofereceu seu perdão. Deus, por causa de seu caráter amoroso, nos deu seu perdão. No entanto, o perdão de Deus não restaurou nosso relacionamento com ele até que estivéssemos prontos para verdadeiramente nos arrepender e abandonar nossos caminhos pecaminosos. Assim que o perdão de Deus foi recebido com nosso arrependimento, nosso relacionamento foi restaurado e reconciliado. Em outras palavras, para que a reconciliação aconteça, você precisa tanto de perdão quanto de arrependimento.

Portanto, se o ofensor que o feriu não estiver pronto para reconhecer seus erros e mudar, o relacionamento não pode voltar a ser como era antes. Você ainda pode fazer sua parte e perdoar, colhendo assim todos os benefícios espirituais e psicológicos disso, mas você pode querer exercer alguns limites para proteger seu coração e fornecer consequências para o comportamento inseguro do ofensor até que ele esteja pronto para se arrepender.


5. O PERDÃO É INSTANTÂNEO

Muitas pessoas pensam que o perdão é um acontecimento ou decisão que ocorre uma única vez. Talvez eles tenham um momento de inspiração e optem por perdoar alguém. Então, mais tarde, eles percebem que os sentimentos de amargura parecem ressurgir e se perguntam se eles realmente perdoaram. A realidade é que o perdão é um processo ; é uma prática que devemos manter continuamente . Em Marcos 11:25, Jesus ensinou seus discípulos sobre o perdão, dizendo: “Quando você orar, se tiver alguma coisa contra alguém, perdoe-o, para que seu Pai que está nos céus possa perdoar seus pecados”. Em grego, a palavra perdoar é um comando presente-ativo, o que significa que está descrevendo uma ação contínua ou habitual. Portanto, quando Jesus deu a ordem de perdoar, ele estava realmente dizendo algo mais como " perseverar em perdoar continuamente ". Ele parecia entender que a escolha de perdoar é algo que precisa ser exercido repetidamente e continuamente para que realmente nos libertemos.

Se houver alguma mágoa ou amargura em seu coração, adoraríamos estar ao seu lado e ajudá-lo durante o processo. O perdão é um processo, mas se você for paciente e disposto, Deus pode usar esses conflitos para aprofundar sua vida em você e cultivar um maior senso de liberdade, amor e alegria.


SAIBA! Você não está sozinho e sua Saúde mental, muito importa. Portanto, vamos conversar!


Claudia Bossi Bigard

Psicologia Clínica

CRP 04/52820

Rua Tomás Gonzaga, 802 · Sala 202 - Lourdes - BH/MG - (31) 9 9408-2772

Criação @ALSGrow




O PODER DO PERDÃO

 


O PODER DO PERDÃO

Quando estamos magoados até tentamos fingir com aquele sorriso amarelo dizendo que já passou, que está tudo bem e até mesmo que esqueceu. Mas é só ver algo que lembre aquela situação ou pessoa que a mágoa vem. E ela vem com fome, pedindo, suplicando que você a alimente com suas paranoias e implicâncias, pois a mágoa precisa de seus pensamentos negativos para sobreviver e destruir a tudo e a todos.

Portanto, o perdão tem um poder libertador. Não somente de libertar o outro, mas acima de tudo de nós libertar!

Perdoe o outro, não porque ele mereça perdão… Mas porque você merece paz.”

O ato de perdoar alguém encontrasse a uma distância considerável para muitas pessoas. Realmente parece algo impossível de acontecer principalmente dependendo da ofensa cometida pela outra pessoa. Isso porque nem todo mundo entende a grandiosidade por trás dessa ação e como ela pode nos afetar positivamente. Assim, entenda o poder do perdão e como alcançá-lo de forma natural e transformadora.

O poder do perdão trabalha a ideia do desapego gradual e contínuo daquilo que nos causou dor. É um ato de coragem, já que tomamos força para nos liberar do rancor gerado por alguém ou uma situação. A partir daqui vem a aceitação, entendendo o que aconteceu e passando a seguir adiante como parte do processo de cura.

O seu “Eu” se reestrutura, traçando um novo caminho para que possa reparar o sofrimento que guarda. Suas emoções negativas encontram um espaço de purificação para que assim possa ter paz interior.

Por meio do perdão, abraçamos um estágio à frente em que o crescimento humano se torna possível. É amadurecer, se agarrando com aquilo que nos alimenta a uma vida mais sadia, sábia e bem construída ao recomeço.

SAIBA! Você não está sozinho e sua Saúde mental, muito importa. Portanto, vamos conversar!


Claudia Bossi Bigard
Psicologia Clínica
 - CRP 04/52820

Rua Tomás Gonzaga, 802 · Sala 202 - Lourdes - BH/MG - (31) 9 9408-2772




A CULPABILIDADE



QUAL É O PREÇO DA SUA DÍVIDA?   

A dívida se cria muito cedo, pois crescemos com o peso de uma dívida pela qual ignoramos a origem e o preço, mas que devemos pagar.   

  

Muitas vezes pagamos nossas dívidas realizando os sonhos de nossos pais, fazendo aquilo que eles decidiram por nós. Nesse caso, o prazer dos nossos pais é o preço de nossas dívidas. Todavia, se apropriar de um desejo que não é seu, traz a dificuldade de saborearmos as alegrias.   

  

O preço da dívida pode ser mais subjetivo. Isso ocorre quando não decidimos seguir o nosso próprio caminho na realização dos nossos sonhos. Nesse caso o preço da dívida é a decepção e infelicidade do outro.   

  

Portanto, para não conviver com sentimento de culpa adquirido, investimos energia quase sobrenatural para atingir o sucesso perfeito do objetivo imposto. Porém, a perfeição exige um preço alto a pagar.   

  

Outra vez decidimos "não decidir", sem mesmo perceber que a ausência de uma decisão é uma escolha.  Apenas seguimos em frente levando a vida como ela se apresenta, sem preocupações e com a falsa sensação de liberdade.   

  

Se porventura a vida não nos oferecer boas oportunidades, não somos responsáveis. A culpa é da sociedade.   

  

A verdade é que estamos sempre criando dividas internas. Que sejamos responsáveis ou culpados, nós nos vitimizamos. Com isso, apropriamos de sentimentos negativos, tais como: raiva, rancor, decepção e frustrações, cujo o preço é o desequilíbrio interno.  

  

A vida não é um mar de rosas. O sofrimento existe no nosso universo, pois somos todos submetidos em um momento ou outro, às dificuldades impostas pelo mundo externo que nos exige a tomar decisões.  

  

Para que não tenhamos dívidas e possamos viver plenamente, é preciso passar pelo PERDÃO.  

  

MAS, PERDOAR A QUEM? 

 

A resposta é SE PERDOAR: “eu me perdoo por ter tantos sentimentos que me fazem mal.”  Mas, para que isso seja possível é necessário perdoar o outro. O perdão exige renuncia a toda forma de vingança. O verdadeiro perdão não demanda reparação, ele não é submetido a condições. 

  

O ato de perdoar não é um dom, é uma atitude que se aprende.   

Perdoar é uma escolha que se faz para aliviar nosso próprio fardo.  

Perdoar é um presente que se dá a si próprio.  

Perdoar é se amar sem criar dívidas. 





ALCOOLISMO

 


PERFIL DO ALCOÓLATRA

Nem todos os indivíduos que fazem uso de álcool podem ser apontadas alcoólatras. O alcoolismo se define quando a excesso e uso constante do álcool ao qual causa dependência física, psíquica e traz incomodo quando o consumidor de álcool fica sem consumir a bebida, isto denomina se, “abstinência”.

Quando é necessário beber muito mais para ter a mesma sensação de satisfação que o consumidor possuía no início quando passou a beber, significa tolerância ao álcool, cada vez mais o consumidor de álcool tem que beber para ter o mesmo efeito que possuía antes com uma dose mais baixa

Podemos definir alcoolismo como consumo em exagero por longos momentos e compulsão física para ingerir o álcool, o consumidor não consegue parar ou ficar sem beber, se realizar isto surgem sintomas desagradáveis que resultam incomodo físico e psicológico.

Alterações no comportamento, pressão alta, arritmia, perda de lembrança lentidão nos sentidos como espaço e tempo, crise epilético, acidentes de todas as naturezas, desastres e muito mais fazem parte do histórico dos alcoólatras.

As famílias são diretamente atingidas pelo alcoolismo, o envolvimento e o conceito de vida de um alcoólatra desestabiliza uma família inteira, causando perdas em todas as áreas, familiar, profissional, acadêmica, social e muito mais.

CAUSA DO ALCOOLISMO

O álcool é vendido e distribuído sem limitações, não existem campanhas contra o uso e muito menos informações sobre as consequências do álcool. Cada vez mais cedo as pessoas tendem a realizar uso de bebida alcoólica e envolver-se do contexto onde o álcool está inserido, a mídia, a cultura, o meio social interfere diretamente nesta realidade.

É provado que na maior parte dos casos as pessoas que utilizam álcool não se transformam alcoólatras, porém o acesso e a a ausência de conhecimento, ajuda muito a construir dependentes. Os aspectos sociais, genéticos e psicológicos são determinantes na instalação da dependência do álcool.

SINTOMAS DO ALCOOLISMO

O uso constante de bebidas alcoólicas alteram as funções do fígado, sistema digestivo, coração, circulação sanguínea, coordenação motora, doenças físicas e psíquicas, muitas vezes irreversíveis resultando a morte.

O alcoolismo provoca doenças hepáticas como cirrose, demência, alucinações, delirium, distúrbios de comportamento, sono e tantas outras doenças. Além de degradar a vida do alcoólatra o álcool destrói a família, tira a satisfação de viver, corrompe e desmoraliza o dependente de álcool.

TIPOS DE ALCOÓLICOS

Tipo 1 (alcoolismo Alpha) - É um tipo de pessoa que ingere álcool em exagero já que tem um grave problema psicológico como a depressão ou ansiedade.

Tipo 2 (alcoolismo Beta) - São o tipo de situações em que não existe dependência alcoólica. Os que frequentam os bares e os donos desses bares são os que integram melhor este gênero de alcoólicos.

Tipo 3 (alcoolismo Gama) - Neste tipo de alcoolismo as pessoas conseguem suportar longos momentos de tempo sem beber porém quando voltam a beber, bebem em grandes quantidades. A partir daí o tempo que as pessoas aguentam sem beber começa a minimizar progressivamente. Este tipo de alcoólicos existe muito mais frequentemente na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.

Tipo 4 (alcoolismo Delta) - Nesta situação as pessoas jamais ficam totalmente bêbadas porém ingerem pequenas porções de álcool diversas vezes aos dias. Isto ocorre normalmente onde se tem muito vinho como França.

Tipo 5 (alcoolismo Épsilon) - As pessoas deste tipo consomem álcool periodicamente porém só ficam preenchidos quando perdem o controlo de si mesmos, podendo mesmo ficarem inconscientes. Ao contrário do alcoolismo Gama em que se está a maior parte do tempo bêbado, neste tipo de alcoolismo as pessoas estão a maior parte do tempo sóbrio.

Como é o comportamento de uma pessoa alcoólatra?

Os sinais de embriaguez são amplamente conhecidos: euforia, alterações no comportamento, perda da timidez, emotividade exagerada e, em alguns casos, tendência à agressividade. Porém, os sintomas de alcoólatra vão muito além da intoxicação por álcool.

O que é considerado um alcoólatra?

O ALCOOLISMO é caracterizado pela vontade incontrolável de beber, falta de controle ao tentar parar a ingestão, tolerância ao álcool (doses cada vez maiores para sentir os efeitos da bebida) e dependência física, que se manifesta com sintomas físicos e psíquicos nas situações de abstinência alcoólica.

O que é um alcoólatra funcional?

Os alcoólatras funcionais formam um grupo com idade um pouco mais avançada do que os mencionados anteriormente — eles têm cerca de 40 anos e se tornaram dependentes depois dos 30, apesar de terem começado a beber no início da vida adulta.

O que fazer quando a pessoa é alcoólatra?

O fundamental é fazer uma aproximação afetuosa e amiga, com respeito pela pessoa, sem acusá-la ou culpá-la por seu comportamento relacionado ao uso do álcool. Uma abordagem acusatória leva a pessoa a reforçar suas defesas e negar que esteja enfrentando problemas

Como saber se a pessoa é alcoólatra?

  • Beber muito quando está desapontado, vivendo uma situação de estresse ou se discutiu com alguém;

  • Beber tornou-se uma forma de aliviar o estresse do dia a dia;

  • Não ser capaz de recordar o que aconteceu depois de começar a beber;

    O que acontece com uma pessoa que bebe todos os dias?

“Beber todo dia não é para o ser humano. O etanol é tóxico para o organismo e o uso frequente pode trazer problemas recorrentes, que vão além do alcoolismo”, explica Ana Cecília Roseli Marques, psiquiatra e membro do conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas.

Quem bebe cerveja todos os dias é alcoólatra?

Os açúcares tornam-se leveduras que se transformam em álcool. Então quem bebe cerveja todos os dias é alcoólatra e os efeitos do álcool afetam a saúde, pois o abuso de bebidas alcoólicas aumentam a mortalidade, podem causar doenças no fígado, câncer e doenças cardiovasculares.

Como é que começa o vício do álcool?

O principal fator para identificar a dependência de álcool é a compulsão pela bebida. O dependente sente uma necessidade forte ou desejo incontrolável de beber. Eles não conseguem evitar algumas doses, nem mesmo quando precisam realizar atividades importantes.

Como saber se sou alcoólatra teste?

O Teste de Identificação de Distúrbio de Uso do Álcool conhecido pela sigla AUDIT (do inglês: Alcohol Use Disorder Identification Test), foi criado por Piccinelli e colaboradores, é atualmente o melhor método para a identificação e estratificação do alcoolismo.

O que é considerado consumo excessivo de álcool?

Em geral, aceita-se as seguintes definições para um etilista pesado:

➡Consumo de mais de 7 drinques por semana para mulheres ou mais de 14 drinques por semana para homens.

➡Pelo menos 1 vez por semana, consumo de mais de 3 drinques em um único dia para mulheres ou mais de 4 drinques em um único dia para homens.

Qual a diferença entre os termos alcoólico é alcoólatra?

Assim sendo, alcoólatra é “quem adora álcool”, é o “viciado em bebidas alcoólicas”. A Associação dos Alcoólicos Anônimos (AAA) deveria ser chamada de “Associação dos Alcoólatras Anônimos”. … Alcoólico, na sua origem, é um adjetivo e significa “relativo ao álcool ou o que contém álcool”.

Portanto, existem algumas questões úteis para avaliar se o indivíduo tem problemas com o álcool:

  • você já sentiu que deveria diminuir a bebida?
  • você fica irritado quando criticam o seu hábito de beber?
  • você já se sentiu culpado por beber?
  • você já ingeriu bebida alcoólica pela manhã?

Se uma das perguntas tiver a resposta SIM, é sinal de que é preciso investigar a questão de forma mais aprofundada. Procurar um médico é uma boa opção.

O que fazer quando se tem um pai alcoólatra?

Mantenha uma conversa cordial e prepare o apoio que será dado. Planeje uma conversa com o viciado em álcool e com qualquer membro da família que ele mais respeite e que possa ser o mais calmo, para que explique a ele a intenção de optar ajuda em uma clínica de reabilitação para alcoólatra como tratamento.

O que fazer com um marido alcoólatra?

Procure sempre relembrar as brigas e ainda os momentos conturbados que foram causados justamente devido ao uso e abuso do álcool. Faça com que o mesmo compreenda que está triste, e abalada e então deixe claro que todos os conflitos são causados pelo alcoolismo.

O que fazer quando um alcoólatra não quer ajuda?

Ao ajudar um alcoólatra que não quer ajuda, você sem dúvidas presenciará recaídas. Não desanime diante delas e muito menos desista da pessoa que ama. Valorize cada pequeno avanço que ele realizar e tenha em mente que uma recaída é uma chance de fazer ainda melhor.

TRATAMENTO

O PRIMEIRO PASSO é o doente reconhecer que é alcoolista e querer mudar a situação. Depois, a família e/ou o dependente devem procurar um psicólogo ou psiquiatra, que avaliará as possibilidades de tratamento.

O tratamento pode envolver a desintoxicação, que é a retirada da bebida com acompanhamento profissional, a ingestão de medicamentos que auxiliam no controle do desejo de beber e aconselhamento individual ou em grupo.

O envolvimento da família é fundamental nessa etapa, pois o alcoolismo é uma doença que envolve não só o dependente, mas também todos de seu convívio.

Se você está passando por esta situação ou conhece alguém nós podemos te ajudar!




SAÚDE MENTAL - dicas para cuidar da saúde mental


Cuidar da saúde mental é extremamente importante. Através de ajuda profissional, podemos melhorar muitos aspectos da nossa vida, como aprender a lidar com os sentimentos, com as pessoas e principalmente, obter o nosso controle mental e saúde plena.

Nunca esteve tão evidente a necessidade de falar sobre e de cuidar da saúde mental e emocional do ser humano.

Em tempos de pandemia, já se pode observar o crescente número de patologias psíquicas. Houve um aumento expressivo de casos de crises de ansiedade aguda, de depressão, de abuso de álcool, de medicações controladas, de violências, etc. Há uma preocupação maciça dos profissionais da saúde mental, tanto em relação ao cenário atual quanto à progressão desses adoecimentos. Portanto vejamos:

1 – Tenha o hábito de fazer alguma atividade física regularmente, pois o exercício físico está relacionado à diminuição do estresse, da ansiedade, à melhora da qualidade do sono e da saúde em geral. Atualmente, há diversos recursos online para se manter em movimento.

2 – Cuide de sua alimentação para que seja saudável e equilibrada e permita-se deslizes aos finais de semana ou uma vez por semana. É importante saber diferenciar o que é fome de verdade e o que está a serviço da ansiedade. A obesidade é um dos fatores de risco de doenças, portanto, esteja atento ao que consome.

3 – Tenha boa qualidade de sono. Dormir o suficiente é fundamental para um melhor amanhecer e para ter clareza de raciocínio. É durante o período do sono que o organismo restaura o desgaste físico e mental do dia.

4 – Proporcione-se momentos de lazer, mas sempre tomando as devidas precauções quanto ao uso de máscara e álcool gel dentro e fora de casa. Momentos de divertimento e descontração, sozinho ou com os seus, são fundamentais para um bem-estar e qualidade de vida satisfatórios.

5 – Faça uma pequena pausa ou pequenas pausas no dia para prestar atenção em sua respiração ou silenciar a mente por alguns minutos como forma de relaxamento. Estudos indicam que pessoas que colocam em prática essas atitudes têm melhor concentração, produtividade e autocontrole.

6 – Viva o aqui e o agora! Nunca foi tão importante e necessário estar com a atenção plena no hoje, tanto para você se cuidar como para cuidar do outro. Afinal, ser refém do passado ou viver na expectativa do futuro pode trazer prejuízos de ordem emocional.

7 – Tenha um hobby. Atividades que envolvem prazer, momentos de descontração e satisfação pessoal podem propiciar alívio nas tensões do dia a dia.

8 – Busque ter fé. Independentemente de crença ou religião, a fé nos conduz a sentimentos positivos na vida, tais como otimismo, esperança e gratidão.

9 – Doe seu tempo, mesmo que online, participando de algum voluntariado. Ser solidário, ser útil e ter empatia ao seu semelhante são atitudes que podem contribuir ao florescimento de bons sentimentos, tais como: respeito e compaixão. Cito o ditado: “Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas”.

10 – E socialize! É importante, ainda mais nos dias atuais, que possamos nos manter em contato com as pessoas mesmo que pela internet. Use e abuse dos recursos tecnológicos que temos hoje.

Que essa reflexão se perpetue de janeiro a janeiro.

SAIBA! Você não está sozinho e sua Saúde mental, muito importa. Portanto, vamos conversar!





10 SABOTADORES DA MENTE




Descubra quem são esses inimigos e inspire-se para combatê-los na sua rotina.


Logo na capa de seu primeiro livro, "Inteligência Positiva" (Editora Fontanar), Shirzad Chamine avisa que só 20% das equipes e dos indivíduos conseguem alcançar seu verdadeiro potencial. O autor e presidente da maior organização de treinamento de coaches do mundo, a CTI, dedica então os capítulos de seu best-seller a entender por que isso acontece e o como é possível reverter o fenômeno.


Conhecer os sabotadores da mente é a primeira etapa do processo. De acordo com Chamine, todo indivíduo possui, pelo menos, dez inimigos internos que criam padrões de comportamento como resposta a situações corriqueiras da vida. São esses os sabotadores por trás das sensações de fracasso e de desmotivação experimentadas na vida profissional e fora dela. Descubra quem são esses inimigos e inspire-se para combatê-los na sua rotina.


1. O crítico

Confundido como a voz da razão, é considerado o principal sabotador pelo potencial destrutivo que carrega. Este inimigo da mente faz com que o indivíduo encontre defeitos excessivos em si mesmo, nos outros e nas situações, gerando ansiedade, estresse e culpa. Com equilíbrio, porém, a autocrítica pode ser bem positiva e gerar crescimento pessoal. O segredo está em saber balancear.


2. O insistente

Leva a necessidade de perfeição e de ordem às últimas consequências, gerando, mais uma vez, ansiedade e nervosismo. Tenta convencer a mente de que a perfeição só depende dela e que é sempre possível ser atingida. Como isso não costuma ser verdade, o efeito provocado é o de frustração constante, consigo mesmo e com os outros. Saber a hora de parar de insistir se torna, neste ponto, tão importante quanto a decisão de começar.


3. O prestativo

Obriga o indivíduo a correr atrás de aceitação e de elogios dos outros. Ao tentar agradar sempre, porém, ele perde de vista as próprias necessidades e se ressente. Este inimigo faz parecer que ganhar afeição é sempre uma coisa boa, mesmo que a qualquer preço. No fim das contas, a frustração acaba sendo sempre a mesma: não dá para agradar a todo mundo ao mesmo tempo.


4. O hiper-realizador

Este é o perfil sabotador que diz ao indivíduo que ele só é digno de validação e respeito se tiver desempenho excelente e realizações constantes. Costuma ser o grande alimentador do vício em trabalho, como se necessidades emocionais e relacionamentos fossem menos importantes. Quem aí nunca se sentiu um workaholic antes? Será que vale a pena?

5. A vítima

Para ganhar atenção e afeto, este inimigo da mente incentiva reações temperamentais e emotivas em qualquer situação adversa. Oposto ao hiper-realizador, valoriza os sentimentos ao extremo e cria uma sensação de martírio que faz minar as energias mental e emocional. A primeira forma de fugir dessa sabotagem, de acordo com o livro, é entender que a vitimização está longe de ser a melhor maneira de atrair atenção para si mesmo.

6. O hiper-racional

Colocar a racionalidade acima de tudo, até dos relacionamentos, é a função deste sabotador da mente. Ele alimenta uma impaciência às emoções alheias e faz com que elas sejam vistas como indignas de consideração. O maior problema em ser hiper-racional é a limitação da flexibilidade nas relações íntimas e profissionais, causando um desequilíbrio que nem sempre pode ser consertado só com o tempo.

7. O hipervigilante

Ansiedade intensa em relação aos perigos que o cercam é o sentimento que este sabotador desperta em quem o deixa falar alto. O estado de alerta constante gera uma grande carga de estresse que cansa não só o próprio indivíduo, mas também quem está perto. Será que a vigilância sem trégua é a melhor forma de evitar que situações ruins aconteçam?

8. O inquieto

Está constantemente em busca de emoções maiores e, por conta disso, atrapalha o sentimento de paz e de alegria que poderia ser sentido no presente, caso o indivíduo prestasse mais atenção nele. Perder o foco e a apreciação pelo que está acontecendo agora é a grande ameaça para quem se deixa levar por ele. Manter-se ocupado, lembra o autor, nem sempre quer dizer uma vida intensa.

9. O controlador

Estar no comando, dirigir ações e controlar situações é a maior necessidade deste perfil sabotador. Ele pode até conseguir resultados em curto prazo de uma equipe de pessoas, mas no futuro gera um ressentimento nos outros que atrapalha as relações e impede que o grupo exerça sua capacidade plena. No fim das contas, como mostra o livro "Inteligência Positiva", é mais um inimigo da mente que não se sustenta.

10. O esquivo

Concentrar-se só nos aspectos positivos e prazerosos de uma situação faz com que este sabotador incentive a mente a adiar soluções e evitar conflitos, por mais que eles sejam necessários. O problema é que, comumente, o resultado de um comportamento baseado nisso é a explosão de conflitos sufocados que foram deixados de lado.











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